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Falando de Salvação

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TUDO O QUE EU FAÇO COM EXCELÊNCIA É LOUVOR?


Quando vemos o exemplo de Uzá tentando segurar a arca para que não caísse e se arrebentasse no chão, vemos que foi um ato legítimo, um ato até nobre, tentando mesmo proteger a arca. Porém, não foi aceito. Deus o fulminou imediatamente, pois não havia ordenado que a arca fosse tocada. A boa intenção não legitimou o ato.

Quando vemos também Nadabe e Abiú em Números 26, percebemos que eles não fizeram nada de maldoso, aliás, a única coisa que fizeram foi tentar inovar na adoração, ou seja, fizeram algo que em seu coração legitimamente consideraram que seria aceito como louvor. Ao contrário do que imaginaram, Deus rejeitou e os fulminou de imediato.

É interessante vermos que nesse caso Deus não puniu algo que era proibido, mas puniu algo que:

Ele  apenas não havia pedido que fizessem.

A adoração é um ato de gratidão e, como qualquer ato de gratidão, deve não só exaltar corretamente, mas se enquadrar no que Aquele que recebe a adoração considera de fato. Nós não damos de presente uma camisa do Corinthians pra um palmeirense. Você pode idolatrar o Palmeiras, mas se quer presentear um corintiano, terá que satisfazer o desejo dele, e não o seu, não é?




Também não se dá um barbeador para um homem que tem uma barba "histórica". Se sabemos que o cara não faz a barba porque não quer, então presenteá-lo com um barbeador soará como um tipo de indireta. Esse será o seu desejo e não o dele.

Da mesma forma é com Deus. Ele é nosso Senhor, nós somos servos. Ele é o nosso prazer, nosso prazer da carne não é o prazer d'Ele. É a alegria do Senhor que nos dá força, não nossa própria alegria. O culto é a satisfação em Deus, não em levar a Ele nossa própria satisfação.

Pense nessas coisas quando for adorar a Deus. Tenha temor. Prefira a obediência do que a inovação.
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